Participe(m) do Movimento "Todos pela educação".
Entre(m) no site (www.todospelaeducacao.org.br) e informe(m)-se!!!
A Educação também conta com você(s)!!!
quinta-feira, 29 de abril de 2010
O leitor ideal

O leitor ideal para o cronista seria aquele a quem bastasse uma frase.
Uma frase? Que digo? Uma palavra!
O cronista escolheria a palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor.
Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página.
Sem mais nada.
Até sem nome.
Sem cor de vestido nem de olhos.
Sem se saber para onde ia. . .
Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor!
E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . .
E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . .
Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”.
QUINTANA, Mário. In: Porta giratória. São Paulo: Globo, 1988.
Uma frase? Que digo? Uma palavra!
O cronista escolheria a palavra do dia: “Árvore”, por exemplo, ou “Menina”.
Escreveria essa palavra bem no meio da página, com espaço em branco para todos os lados, como um campo aberto aos devaneios do leitor.
Imaginem só uma meninazinha solta no meio da página.
Sem mais nada.
Até sem nome.
Sem cor de vestido nem de olhos.
Sem se saber para onde ia. . .
Que mundo de sugestões e de poesia para o leitor!
E que cúmulo de arte a crônica! Pois bem sabeis que arte é sugestão. . .
E se o leitor nada conseguisse tirar dessa obra-prima, poderia o autor alegar, cavilosamente, que a culpa não era do cronista.
Mas nem tudo estaria perdido para esse hipotético leitor fracassado, porque ele teria sempre à sua disposição, na página, um considerável espaço em branco para tomar seus apontamentos, fazer os seus cálculos ou a sua fezinha. . .
Em todo caso, eu lhe dou de presente, hoje, a palavra “Ventania”.
QUINTANA, Mário. In: Porta giratória. São Paulo: Globo, 1988.
Ler é um prazer... Quem lê, viaja!!!
Visite os seguintes sites e viaje pelas páginas do prazer:
Brasiliana: www.brasiliana.usp.br.
Domínio público: www.dominiopublico.gov.br.
Brasiliana: www.brasiliana.usp.br.
Domínio público: www.dominiopublico.gov.br.
Laboratório de Crítica - 2ª edição.
A literatura e o teatro ganham mais um espaço para debates.
O projeto Laboratório de Crítica cria uma nova forma de abordagem em torno deste temas, propondo o exercício da crítica entre leitores, escritores, jornalistas e críticos literários.
O projeto, que faz parte do programa de extensão da Universidade de Federal de Pernambuco, é uma iniciativa da FreePorto e conta com o patrocínio Sindicato de Professores do Estado de Pernambuco - SINPRO-PE, e o apoio da Prefeitura da Cidade do Recife.
A cada encontro, dois convidados conversam com um crítico do Laboratório e com a plateia sobre um tema específico ligado à crítica.
O talk show contará com seis edições sempre às segundas terças-feiras de cada mês.
A segunda edição acontece no dia 11 de maio, a partir das 19h, no Teatro Hermilo Borba Filho, e traz o tema “Onde está o crítico de teatro?”.
Participam do programa o professor Luiz Reis (UFPE) e a jornalista Ivana Moura, editora do Diario de Pernambuco, mediados por Cristiano Ramos (Opinião Pernambuco), um dos curadores do projeto, ao lado de Wellington de Melo (FreePorto), Bruno Piffardini (FreePorto), Cristhiano Aguiar e Jomard Muniz de Britto.
Na primeira edição, que aconteceu no dia 13 de abril, o debate girou em torno da função do crítico com o tema “Crítica para quê?”. Os convidados foram o Prof. Dr. Anco Márcio Tenório e o jornalista Schneider Carpegianni e a mediação do debate ficou por conta de Cristhiano Aguiar.
Além de participar dos encontros, os críticos do Laboratório produzem conteúdo para uma revista eletrônica que é atualizada a cada edição. O público pode participar das discussões, seja pelo site do projeto (www.olaboratorio.wordpress.com), seja durante as edições, que serão gravadas e publicadas na web.
A entrada para o programa Laboratório é gratuita. As inscrições para ter direito ao certificado podem ser feitas através do site. Lá o público também pode participar das discussões prévias sobre o tema, comentando os textos da revista Laboratório.
Mais informações: (81) 9278-0618.
Site: www.olaboratorio.wordpress.com.
Twitter: @olaboratorio.
O projeto Laboratório de Crítica cria uma nova forma de abordagem em torno deste temas, propondo o exercício da crítica entre leitores, escritores, jornalistas e críticos literários.
O projeto, que faz parte do programa de extensão da Universidade de Federal de Pernambuco, é uma iniciativa da FreePorto e conta com o patrocínio Sindicato de Professores do Estado de Pernambuco - SINPRO-PE, e o apoio da Prefeitura da Cidade do Recife.
A cada encontro, dois convidados conversam com um crítico do Laboratório e com a plateia sobre um tema específico ligado à crítica.
O talk show contará com seis edições sempre às segundas terças-feiras de cada mês.
A segunda edição acontece no dia 11 de maio, a partir das 19h, no Teatro Hermilo Borba Filho, e traz o tema “Onde está o crítico de teatro?”.
Participam do programa o professor Luiz Reis (UFPE) e a jornalista Ivana Moura, editora do Diario de Pernambuco, mediados por Cristiano Ramos (Opinião Pernambuco), um dos curadores do projeto, ao lado de Wellington de Melo (FreePorto), Bruno Piffardini (FreePorto), Cristhiano Aguiar e Jomard Muniz de Britto.
Na primeira edição, que aconteceu no dia 13 de abril, o debate girou em torno da função do crítico com o tema “Crítica para quê?”. Os convidados foram o Prof. Dr. Anco Márcio Tenório e o jornalista Schneider Carpegianni e a mediação do debate ficou por conta de Cristhiano Aguiar.
Além de participar dos encontros, os críticos do Laboratório produzem conteúdo para uma revista eletrônica que é atualizada a cada edição. O público pode participar das discussões, seja pelo site do projeto (www.olaboratorio.wordpress.com), seja durante as edições, que serão gravadas e publicadas na web.
A entrada para o programa Laboratório é gratuita. As inscrições para ter direito ao certificado podem ser feitas através do site. Lá o público também pode participar das discussões prévias sobre o tema, comentando os textos da revista Laboratório.
Mais informações: (81) 9278-0618.
Site: www.olaboratorio.wordpress.com.
Twitter: @olaboratorio.
Pernambuco - Suplemento Cultural
Navegue pelas páginas da cultura...
Acesse a versão digital do Suplemento Cultural do Diário Oficial do Estado de Pernambuco: www.suplementopernambuco.com.br.
Acesse a versão digital do Suplemento Cultural do Diário Oficial do Estado de Pernambuco: www.suplementopernambuco.com.br.
I Concurso Nacional CEPE de Literatura Infantil e Juvenil
A Companhia Editora de Pernambuco está com inscrições abertas para o I Concurso Nacional CEPE de Literatura Infantil e Juvenil, de 1º/04/2010 a 30/06/2010.
Os originais deverão ser endereçados à Companhia Editora de Pernambuco – CEPE, Rua Coelho Leite, 530, Santo Amaro – Recife – PE – CEP: 50100-140.
Os textos da modalidade infantil são destinados a leitores de seis a 10 anos e da juvenil a adolescentes entre 11 e 16 anos.
Os prêmios serão de R$ 8 mil para o primeiro colocado de cada categoria; R$ 5 mil para o segundo e R$ 3 mil para o terceiro.
A comissão julgadora será composta de cinco membros: quatro especialistas em literatura infanto-juvenil e um representante da CEPE.
Mais informações pelos telefones: (81) 3183.2700 / 0800.0811201; ou no site: www.cepe.com.br.
Os originais deverão ser endereçados à Companhia Editora de Pernambuco – CEPE, Rua Coelho Leite, 530, Santo Amaro – Recife – PE – CEP: 50100-140.
Os textos da modalidade infantil são destinados a leitores de seis a 10 anos e da juvenil a adolescentes entre 11 e 16 anos.
Os prêmios serão de R$ 8 mil para o primeiro colocado de cada categoria; R$ 5 mil para o segundo e R$ 3 mil para o terceiro.
A comissão julgadora será composta de cinco membros: quatro especialistas em literatura infanto-juvenil e um representante da CEPE.
Mais informações pelos telefones: (81) 3183.2700 / 0800.0811201; ou no site: www.cepe.com.br.
Concurso Literário da Cidade de Vitória de Santo Antão
A Editora Velino, com objetivo de homenagear o ilustre escritor pernambucano Melchesedec e de incentivar a produção literária em todo o território nacional, abre inscrições para o I Concurso Literário da Cidade de Vitória de Santo Antão / Prêmio Escritor Melchesedec de Literatura - 2010.
As inscrições são gratuitas e se realizarão no período de 10 de Abril a 10 de Maio de 2010, enviadas pelos correios e endereçadas ao:
Concurso Literário da Cidade de Vitória de Santo Antão /
Prêmio Escritor Melchesdec de Literatura Editora Velino
Rua Valóis Correia, nº 52 – 1º Andar - Matriz.
CEP: 55602-060 - Vitória de Santo Antão / PE.
MAIORES INFORMAÇÕES:
Editora Velino. Fone: (81) 3523-1309.
Site: http://www.editoravelino.com.br/concurso.
As inscrições são gratuitas e se realizarão no período de 10 de Abril a 10 de Maio de 2010, enviadas pelos correios e endereçadas ao:
Concurso Literário da Cidade de Vitória de Santo Antão /
Prêmio Escritor Melchesdec de Literatura Editora Velino
Rua Valóis Correia, nº 52 – 1º Andar - Matriz.
CEP: 55602-060 - Vitória de Santo Antão / PE.
MAIORES INFORMAÇÕES:
Editora Velino. Fone: (81) 3523-1309.
Site: http://www.editoravelino.com.br/concurso.
Poema 2: "Noite"
NOITE
Francisco Mesquita.
Anoiteceu – repentinamente...
Via ruir sentidos.
Buscava entender: razões, complicações, ações.
Por quê? Ressoava alto, ecoava...
Sentar, chorar,... desistir.
Verbos de fácil conjugação, mas longa dicção.
Entre os barulhos do silêncio
Ousava encontrar rimas obscuras.
Os escuros se alternavam, tonalizavam-se.
Ante as incertezas...
O mundo era um gênesis às avessas.
Mas, nele havia a Separação.
Queria despertar – em adeus...
O sentimento mascava-se com força.
Por quê? Ecoava alto, ressoava.
Tanto brilho desfeito... rarefeito...
Solto pelo chão – mandamentos.
Repassava os dias como em tela.
Procurava, em sonhos, só uma resposta...
Quando desanoitecerá o amor?!
* * * * *
Francisco Mesquita é Professor, Poeta e Crítico Literário. Seu livro de poemas - Poesia prima - foi publicado em 2001, com prefácio de Lourival Holanda e posfácio de Ligia Militz da Costa, pela editora Pernambuco.
Francisco Mesquita.
Anoiteceu – repentinamente...
Via ruir sentidos.
Buscava entender: razões, complicações, ações.
Por quê? Ressoava alto, ecoava...
Sentar, chorar,... desistir.
Verbos de fácil conjugação, mas longa dicção.
Entre os barulhos do silêncio
Ousava encontrar rimas obscuras.
Os escuros se alternavam, tonalizavam-se.
Ante as incertezas...
O mundo era um gênesis às avessas.
Mas, nele havia a Separação.
Queria despertar – em adeus...
O sentimento mascava-se com força.
Por quê? Ecoava alto, ressoava.
Tanto brilho desfeito... rarefeito...
Solto pelo chão – mandamentos.
Repassava os dias como em tela.
Procurava, em sonhos, só uma resposta...
Quando desanoitecerá o amor?!
* * * * *
Francisco Mesquita é Professor, Poeta e Crítico Literário. Seu livro de poemas - Poesia prima - foi publicado em 2001, com prefácio de Lourival Holanda e posfácio de Ligia Militz da Costa, pela editora Pernambuco.
Poema 1: "O encontro"
O ENCONTRO
Francisco Mesquita.
Cercado por tomos de sabedoria
Espantado busco uma palavra
Simples, doce, entre tantas.
Não a encontro.
Isolado por tantos sonhos
Magoado procuro a forma
Composta, salgada, entre poucas.
Não a encontro.
Castigado por todos e solto
Ensimesmado capto um som
Um só, aguado, entretanto
Não o encontro.
Instigado por tenras soluções
Machucado sinto o verso
Muito, azedo, entrecortado.
Não o encontro.
Cansado por tuas seqüências
Enfileirado pouso a pausa
Uma parada, entre tudo.
Não. O encontro.
* * * * *
MESQUITA, Francisco. O encontro. In: Poesia Prima. Recife: Pernambuco, 2001. p. 27.
* * * * *
Francisco Mesquita, Professor, Poeta e Crítico Literário, é autor do livro de poemas Poesia Prima (2001) e co-autor dos livros de ensaios Retratos de Cecília Meireles (2001) e Mosaico Cultural (2004).
Francisco Mesquita.
Cercado por tomos de sabedoria
Espantado busco uma palavra
Simples, doce, entre tantas.
Não a encontro.
Isolado por tantos sonhos
Magoado procuro a forma
Composta, salgada, entre poucas.
Não a encontro.
Castigado por todos e solto
Ensimesmado capto um som
Um só, aguado, entretanto
Não o encontro.
Instigado por tenras soluções
Machucado sinto o verso
Muito, azedo, entrecortado.
Não o encontro.
Cansado por tuas seqüências
Enfileirado pouso a pausa
Uma parada, entre tudo.
Não. O encontro.
* * * * *
MESQUITA, Francisco. O encontro. In: Poesia Prima. Recife: Pernambuco, 2001. p. 27.
* * * * *
Francisco Mesquita, Professor, Poeta e Crítico Literário, é autor do livro de poemas Poesia Prima (2001) e co-autor dos livros de ensaios Retratos de Cecília Meireles (2001) e Mosaico Cultural (2004).
Cursos do Programa Estudos da Cultura na FUNDAJ
DIRETORIA DE CULTURA
COORDENAÇÃO DE CAPACITAÇÃO E DIFUSÃO CIENTÍFICO-CULTURAL (CADIF)
PROGRAMA ESTUDOS DA CULTURA:
FORMAÇÃO EM ARTE E CULTURA CONTEMPORÂNEAS
SEMINÁRIOS AVANÇADOS 2010
OBJETIVO GERAL: Estabelecer um espaço de reflexão e produção, na forma de seminário avançado, que estimule a discussão e formulação de pensamento crítico e conceitual sobre temáticas relacionadas à cultura contemporânea. Os cursos oferecidos irão propiciar o estudo, a pesquisa, a produção e difusão do pensamento crítico e conceitual sobre diversos aspectos da contemporaneidade, estabelecendo relações entre os diversos campos do conhecimento e as diversas linguagens utilizadas no campo da cultura. O programa atende a missão de formação e capacitação de profissionais.
CURSO 1: HISTÓRIA, CULTURA E PÓS-MODERNIDADE: AS SEDUÇÕES DO EFÊMERO
Pretende discutir os problemas históricos da contemporaneidade, dentro da articulação da modernidade com as perspectivas de redefinição de seus paradigmas e dos seus projetos, enfatizando alternativa da comunicação dos saberes como caminho para construir novas trilhas para a produção da Cultura e da História e a possibilidade de romper com as fronteiras que limitam a interdisciplinaridade.
PROFESSOR: ANTONIO PAULO REZENDE – É Pós-doutor em História pela Universidade de São Paulo –USP. Atualmente é professor adjunto 2 da Universidade Federal de Pernambuco e consultor ad hoc da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - FACEPE, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES e da FAPESP, membro do conselho editorial das revistas SAECULUM-PROGRAMA DE PÓS EM HISTÓRIA UFPB e da - CLIO-NORDESTE-HISTÓRIA-PROGRAMA DE PÓS-HISTÓRIA-UFPE. Atua como líder do grupo de pesquisa Cultura, Memória e Modernidade ligado ao CNPQ. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: história, cultura, imaginário, modernidade e cidade.
PERÍODO: 12 de maio a 21 de julho de 2010
VAGAS: no máximo 20 alunos
HORÁRIO: quartas-feiras, das 14h às 18h.
CURSO 2: E SE AS IMAGENS NÃO EXISTISSEM? DISCUTINDO REGISTROS VISUAIS E SUAS PASSAGENS ENTRE ARTE, ÉTICA E ENCANTAMENTO
O curso se propõe a refletir sobre a produção e interpretação de registros visuais pré-fotográficos, fotográficos e pós-fotográficos. Esses registros são também imagens que conferem significação aos sentidos do mundo. Assim, como uma transvisão, eles se integram de tal forma à coisa criada que vemos muito mais as imagens como objetos, questionando se ela é ou não é fabricação e preterindo o lugar do observador. Por isso é que, no mundo contemporâneo, estas reflexões merecem a ação investigativa dos mais variados campos do saber.
PROFESSORA: FABIANA BRUCE - Doutora em História (2005-UFPE) e mestre em Antropologia (1998-UFPE) Atualmente é professora adjunta I (História Moderna e Contemporânea) do Curso de História, do Departamento de Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal Rural de Pernambuco - DLCH/UFRPE e do Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura Regional/UFRPE. Tem experiência na área de pesquisa e ensino de História, atuando principalmente nos seguintes temas: cidades, patrimônio cultural, teoria e história da fotografia, teoria da imagem e ensino de história.
PERÍODO: 07 de maio a 23 de julho de 2010
VAGAS: no máximo 20 alunos
HORÁRIO: sextas-feiras, das 14h às 18h.
CURSO 3: CRÍTICA E VALOR CULTURAL
Que critérios são acionados quando falamos de qualidade artística? O que define o bom gosto, o mau gosto, o belo, o kitsch, o brega, o tosco? O que está em jogo quando julgamos produtos culturais? Quem diz que o que é bom ou ruim? Será que o conceito de “arte” ainda é válido para aferir qualidade estética? Essas questões formam a base das motivações para a discussão de estratégias de avaliação estética dos produtos culturais e artísticos. No curso, serão debatidos casos da música, do cinema, da literatura e da televisão (e outros) nos quais o julgamento de valor estético se materializa em críticas e argumentos que evocam pertencimentos, identidades, filiações e rejeições. Espera-se contribuir para o aprofundamento das análises e dos debates sobre qualidade cultural, adensando estratégias argumentativas e problematizando pontos de vista estáticos, moralistas ou conservadores que perpassam a esmagadora maioria da atividade de crítica cultural em sites, blogs, jornais, revistas, televisão e até mesmo em conversas cotidianas em bares, cabeleireiros, supermercados, almoços familiares e festas.
PROFESSOR: FELIPE TROTTA - Professor adjunto do Departamento de Comunicação Social e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Possui Bacharelado em Música - Habilitação em Composição (Uni-Rio, 1996), Mestrado em Música (Uni-Rio, 2001) e Doutorado em Comunicação e Cultura (UFRJ, 2006). Como pesquisador, tem desenvolvido principalmente temas ligados à circulação da música na sociedade, interpretando as relações entre estética e mercado, consumo e experiência cultural, sobretudo nos aspectos relacionados às estratégias de construção de valor.
PERÍODO: 02 de agosto a 18 de outubro de 2010
VAGAS: no máximo 20 alunos
HORÁRIO: segundas-feiras, das 14h às 18h
CURSO 4: CORPO E CULTURA
O objetivo deste curso é promover uma discussão acerca das transformações e influências que o corpo humano vem sofrendo no mundo contemporâneo, reconhecendo as ambigüidades que circulam entre suas práticas. Em algumas circunstâncias o corpo é o protagonista do discurso da qualidade de vida, do cuidado de si, da boa forma e do bem-estar. Ao mesmo tempo, o corpo se torna palco de constrangimentos justificados pelos mitos à beleza, magreza e eterna juventude. Pretendemos abordar temáticas que ajudem a identificar alguns elementos que colocam o corpo nesse e em outros paradoxos contemporâneos, onde, por um momento, ele é adorado como imagem e em outras circunstâncias suas formas e práticas são consideradas praticamente um desvio de conduta. Para tanto, convidamos os interessados a lançar um olhar sobre as relações que são travadas sobre o corpo, através de uma perspectiva histórica, pedagógica e social.
PROFESSORA: MARIA HELENA LIRA – É mestre em Educação (UFPE-2009) e possui graduação em Educação Física pela Universidade Federal de Pernambuco-UFPE (2005). Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPE e professora substituta da mesma instituição, com experiência na área de Educação e Educação Física, pesquisando temas relacionados à corporeidade e a educação.
PERÍODO: 04 de agosto a 27 de outubro de 2010
VAGAS: no máximo 20 alunos
HORÁRIO: quartas-feiras, das 14h às 18h
Obs.: Os coordenadores dos cursos formularão convites a outros profissionais especializados nos temas enfocados para que se engajem nas discussões com o grupo em sessões específicas.
PERÍODO DE INSCRIÇÃO:
Cursos 1 e 2, até o dia 30 de abril (presencial).
Cursos 3 e 4, até 2 de julho (presencial).
Ficha de Inscrição disponível no site: http://www.fundaj.gov.br/.
PÚBLICO-ALVO: Estudantes da graduação e pós-graduação, artistas, jornalistas, pesquisadores, curadores, críticos e professores.
DURAÇÃO: Encontros semanais durante três meses.
VALOR: Gratuito.
Documentação:
- Ficha de inscrição preenchida. Disponível no site http://www.fundaj.gov.br/.
- Currículo atualizado com foto.
- Carta de intenção.
LOCAL: Coordenação de Capacitação e Difusão Científico-Cultural – CGCADIF
Rua Henrique Dias, 609. Derby. Recife-Pernambuco. CEP: 52010-100
Fone: 81. 3073-6659/81. 3073-6670 / E-mail: cadif@fundaj.gov.br
COORDENAÇÃO DE CAPACITAÇÃO E DIFUSÃO CIENTÍFICO-CULTURAL (CADIF)
PROGRAMA ESTUDOS DA CULTURA:
FORMAÇÃO EM ARTE E CULTURA CONTEMPORÂNEAS
SEMINÁRIOS AVANÇADOS 2010
OBJETIVO GERAL: Estabelecer um espaço de reflexão e produção, na forma de seminário avançado, que estimule a discussão e formulação de pensamento crítico e conceitual sobre temáticas relacionadas à cultura contemporânea. Os cursos oferecidos irão propiciar o estudo, a pesquisa, a produção e difusão do pensamento crítico e conceitual sobre diversos aspectos da contemporaneidade, estabelecendo relações entre os diversos campos do conhecimento e as diversas linguagens utilizadas no campo da cultura. O programa atende a missão de formação e capacitação de profissionais.
CURSO 1: HISTÓRIA, CULTURA E PÓS-MODERNIDADE: AS SEDUÇÕES DO EFÊMERO
Pretende discutir os problemas históricos da contemporaneidade, dentro da articulação da modernidade com as perspectivas de redefinição de seus paradigmas e dos seus projetos, enfatizando alternativa da comunicação dos saberes como caminho para construir novas trilhas para a produção da Cultura e da História e a possibilidade de romper com as fronteiras que limitam a interdisciplinaridade.
PROFESSOR: ANTONIO PAULO REZENDE – É Pós-doutor em História pela Universidade de São Paulo –USP. Atualmente é professor adjunto 2 da Universidade Federal de Pernambuco e consultor ad hoc da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco - FACEPE, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES e da FAPESP, membro do conselho editorial das revistas SAECULUM-PROGRAMA DE PÓS EM HISTÓRIA UFPB e da - CLIO-NORDESTE-HISTÓRIA-PROGRAMA DE PÓS-HISTÓRIA-UFPE. Atua como líder do grupo de pesquisa Cultura, Memória e Modernidade ligado ao CNPQ. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil, atuando principalmente nos seguintes temas: história, cultura, imaginário, modernidade e cidade.
PERÍODO: 12 de maio a 21 de julho de 2010
VAGAS: no máximo 20 alunos
HORÁRIO: quartas-feiras, das 14h às 18h.
CURSO 2: E SE AS IMAGENS NÃO EXISTISSEM? DISCUTINDO REGISTROS VISUAIS E SUAS PASSAGENS ENTRE ARTE, ÉTICA E ENCANTAMENTO
O curso se propõe a refletir sobre a produção e interpretação de registros visuais pré-fotográficos, fotográficos e pós-fotográficos. Esses registros são também imagens que conferem significação aos sentidos do mundo. Assim, como uma transvisão, eles se integram de tal forma à coisa criada que vemos muito mais as imagens como objetos, questionando se ela é ou não é fabricação e preterindo o lugar do observador. Por isso é que, no mundo contemporâneo, estas reflexões merecem a ação investigativa dos mais variados campos do saber.
PROFESSORA: FABIANA BRUCE - Doutora em História (2005-UFPE) e mestre em Antropologia (1998-UFPE) Atualmente é professora adjunta I (História Moderna e Contemporânea) do Curso de História, do Departamento de Letras e Ciências Humanas da Universidade Federal Rural de Pernambuco - DLCH/UFRPE e do Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura Regional/UFRPE. Tem experiência na área de pesquisa e ensino de História, atuando principalmente nos seguintes temas: cidades, patrimônio cultural, teoria e história da fotografia, teoria da imagem e ensino de história.
PERÍODO: 07 de maio a 23 de julho de 2010
VAGAS: no máximo 20 alunos
HORÁRIO: sextas-feiras, das 14h às 18h.
CURSO 3: CRÍTICA E VALOR CULTURAL
Que critérios são acionados quando falamos de qualidade artística? O que define o bom gosto, o mau gosto, o belo, o kitsch, o brega, o tosco? O que está em jogo quando julgamos produtos culturais? Quem diz que o que é bom ou ruim? Será que o conceito de “arte” ainda é válido para aferir qualidade estética? Essas questões formam a base das motivações para a discussão de estratégias de avaliação estética dos produtos culturais e artísticos. No curso, serão debatidos casos da música, do cinema, da literatura e da televisão (e outros) nos quais o julgamento de valor estético se materializa em críticas e argumentos que evocam pertencimentos, identidades, filiações e rejeições. Espera-se contribuir para o aprofundamento das análises e dos debates sobre qualidade cultural, adensando estratégias argumentativas e problematizando pontos de vista estáticos, moralistas ou conservadores que perpassam a esmagadora maioria da atividade de crítica cultural em sites, blogs, jornais, revistas, televisão e até mesmo em conversas cotidianas em bares, cabeleireiros, supermercados, almoços familiares e festas.
PROFESSOR: FELIPE TROTTA - Professor adjunto do Departamento de Comunicação Social e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Possui Bacharelado em Música - Habilitação em Composição (Uni-Rio, 1996), Mestrado em Música (Uni-Rio, 2001) e Doutorado em Comunicação e Cultura (UFRJ, 2006). Como pesquisador, tem desenvolvido principalmente temas ligados à circulação da música na sociedade, interpretando as relações entre estética e mercado, consumo e experiência cultural, sobretudo nos aspectos relacionados às estratégias de construção de valor.
PERÍODO: 02 de agosto a 18 de outubro de 2010
VAGAS: no máximo 20 alunos
HORÁRIO: segundas-feiras, das 14h às 18h
CURSO 4: CORPO E CULTURA
O objetivo deste curso é promover uma discussão acerca das transformações e influências que o corpo humano vem sofrendo no mundo contemporâneo, reconhecendo as ambigüidades que circulam entre suas práticas. Em algumas circunstâncias o corpo é o protagonista do discurso da qualidade de vida, do cuidado de si, da boa forma e do bem-estar. Ao mesmo tempo, o corpo se torna palco de constrangimentos justificados pelos mitos à beleza, magreza e eterna juventude. Pretendemos abordar temáticas que ajudem a identificar alguns elementos que colocam o corpo nesse e em outros paradoxos contemporâneos, onde, por um momento, ele é adorado como imagem e em outras circunstâncias suas formas e práticas são consideradas praticamente um desvio de conduta. Para tanto, convidamos os interessados a lançar um olhar sobre as relações que são travadas sobre o corpo, através de uma perspectiva histórica, pedagógica e social.
PROFESSORA: MARIA HELENA LIRA – É mestre em Educação (UFPE-2009) e possui graduação em Educação Física pela Universidade Federal de Pernambuco-UFPE (2005). Atualmente é doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPE e professora substituta da mesma instituição, com experiência na área de Educação e Educação Física, pesquisando temas relacionados à corporeidade e a educação.
PERÍODO: 04 de agosto a 27 de outubro de 2010
VAGAS: no máximo 20 alunos
HORÁRIO: quartas-feiras, das 14h às 18h
Obs.: Os coordenadores dos cursos formularão convites a outros profissionais especializados nos temas enfocados para que se engajem nas discussões com o grupo em sessões específicas.
PERÍODO DE INSCRIÇÃO:
Cursos 1 e 2, até o dia 30 de abril (presencial).
Cursos 3 e 4, até 2 de julho (presencial).
Ficha de Inscrição disponível no site: http://www.fundaj.gov.br/.
PÚBLICO-ALVO: Estudantes da graduação e pós-graduação, artistas, jornalistas, pesquisadores, curadores, críticos e professores.
DURAÇÃO: Encontros semanais durante três meses.
VALOR: Gratuito.
Documentação:
- Ficha de inscrição preenchida. Disponível no site http://www.fundaj.gov.br/.
- Currículo atualizado com foto.
- Carta de intenção.
LOCAL: Coordenação de Capacitação e Difusão Científico-Cultural – CGCADIF
Rua Henrique Dias, 609. Derby. Recife-Pernambuco. CEP: 52010-100
Fone: 81. 3073-6659/81. 3073-6670 / E-mail: cadif@fundaj.gov.br
Assinar:
Postagens (Atom)